Prorrogado prazo de vacinação contra aftosa em municípios das regiões do Planalto e Fronteira

(Matéria atualizada para correção de informações 08/06 as 09h37min)

Campo Grande (MS) – O prazo para imunização do rebanho contra a febre aftosa foi prorrogado em alguns municípios das regiões do Planalto e Zona de Fronteira, em Mato Grosso do Sul, conforme portaria publicada pela Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro).

Para tal decisão foram considerados os relatos das equipes da agência sobre as dificuldades de manejo dos animais em virtude das fortes chuvas quando da realização dos trabalhos de vacinação e de identificação individual eletrônica de bovídeos, que acontecem simultaneamente nos municípios de Bela Vista e Porto Murtinho neste período.

Conforme a portaria ficará prorrogado o período de vacinação das propriedades localizadas na região sanitária do Planalto – nos municípios de Amambai, Juti, Tacuru, Naviraí, Caarapó, Eldorado, Iguatemi, Itaquirai, Bela Vista e Porto Murtinho  –  para até o dia 15 de junho e o período de registro para até 30 de junho.

Para as propriedades localizadas na zona de fronteira, nos municípios de Ponta Porã, Mundo Novo e Japorã –  – o período de vacinação foi estendido para até 30 de junho e a data de registro para até 15 de julho.

Para as propriedades dos municípios de Bela Vista e Porto Murtinho, localizadas na zona de fronteira, a data limite para compra e vacinação é dia 30 de junho e o registro vai até 15 de julho.

Os pecuaristas da região do Pantanal, com suas peculiaridades e dificuldades de acesso tem prazo conforme calendário oficial até 15 de junho para vacinação, podendo realizar ainda numa segunda etapa, aberta em novembro.

Obrigatória, a vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso do Sul tem mantido índices superiores a 99% nos últimos anos fruto de estratégias bem sucedidas da Agência e a parceria com os produtores. Desde os episódios da doença em 2005, serviço de defesa e produtores trabalham conjuntamente contabilizando importantes conquistas como o fim da zona de alta vigilância na fronteira e o retorno das exportações de carne produzida naquela região para o mercado internacional.

Kelly Ventorim, Iagro/Semagro